| Deve existir uma nova forma de ver, de olhos fechados poder entender. se todos os livros que eu puder ler ná£o lembrarem nada e eu ná£o conseguir viver! viver! viver e ter e ver e crer! viver! viver! viver e ver em.... se posso aprender também posso ensinar aberto ao novo e nunca cristalizar gritar, chorar, doer, pensar em mim. viver o total, o mundo é e ná£o é teu. viver! viver! viver! ná£o crer, ná£o ver, ná£o ser, viver! viver! viver e ver em... se dou um passo á frente já¡ estou em outro lugar. ná£o preciso de suas muletas pois os pés eu vou usar. é ter autonomia pra guiar, olhar pra qualquer lado e ter o direito de me esborrachar... |
| Deve existir uma nova forma de ver, de olhos fechados poder entender. se todos os livros que eu puder ler n o lembrarem nada e eu n o conseguir viver! viver! viver e ter e ver e crer! viver! viver! viver e ver em. . . . se posso aprender tamb m posso ensinar aberto ao novo e nunca cristalizar gritar, chorar, doer, pensar em mim. viver o total, o mundo e n o teu. viver! viver! viver! n o crer, n o ver, n o ser, viver! viver! viver e ver em. . . se dou um passo nbsp frente j estou em outro lugar. n o preciso de suas muletas pois os p s eu vou usar. ter autonomia pra guiar, olhar pra qualquer lado e ter o direito de me esborrachar. . . |
| Deve existir uma nova forma de ver, de olhos fechados poder entender. se todos os livros que eu puder ler n o lembrarem nada e eu n o conseguir viver! viver! viver e ter e ver e crer! viver! viver! viver e ver em. . . . se posso aprender tamb m posso ensinar aberto ao novo e nunca cristalizar gritar, chorar, doer, pensar em mim. viver o total, o mundo e n o teu. viver! viver! viver! n o crer, n o ver, n o ser, viver! viver! viver e ver em. . . se dou um passo nbsp frente j estou em outro lugar. n o preciso de suas muletas pois os p s eu vou usar. ter autonomia pra guiar, olhar pra qualquer lado e ter o direito de me esborrachar. . . |